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Gal Gadot é a nova porta-voz do jogo League of Angels – Paradise Land

Gal Gadot vem ganhando bastante visibilidade após se consagrar como a Mulher-Maravilha no cinema, e com isso, diversos novos projetos estão aparecendo para a atriz. A novidade dessa vez é no mundo dos games. Leia abaixo o anúncio traduzido:

Gal Gadot, conhecida por seu papel como Diana Prince (Mulher Maravilha) em “Batman v Superman: A Origem da Justiça” e no próximo filme “Mulher-Maravilha”, é mais do que apenas uma atriz. Além de sua bem sucedida carreira cinematográfica, esta mulher maravilha da vida real completou dois anos de serviço militar, estudou direito e recebeu treinamento em esgrima, kick-boxing, capoeira e jiu-jitsu brasileiro.

“Ela personifica beleza, força, poder e graça. É por isso que Gal Gadot é a porta-voz ideal para o universo da League of Angels”, diz Liu Wanqin, vice-presidente da Youzu Interactive. Como uma plataforma de jogo online, o GTarcade faz parte do Youzu Interactive.

A história de Paradise Land ocorre no mundo do Elysium, onde um poder nefasto derrubou o domínio dos Anjos. A luta entre os humanos, elfos e orcs intensificou-se ainda mais. Quando a profecia do apocalipse se espalhou pela terra, ela se tornou tecida no tecido do destino. A lenda diz que somente a “Omega”, uma antiga relíquia dos Anjos, tem o poder de alterar o sombrio destino do mundo e impedir seu fim.

League of Angels está cheia de surpresas. Você nunca viu Anjos assim. Forme uma poderosa equipe de heróis e comece sua aventura épica. Obrigado por um grande dia Youzu!” disse Gal Gadot.

League of Angels – Paradise Land é o mais recente título móvel da série da League of Angels, que retrata um grupo de impressionantes super-heroínas. Seus antepassados, como em League of Angels, ganharam várias distinções, como os Melhores Jogos da Web do Facebook de 2016. Legacy of Discord – Furious Wings, outro jogo publicado pela GTarcade, tornou-se o ARPG móvel top na Europa e na América. Paradise Land é altamente capaz de seguir seus passos.

League of Angels – Paradise Land está disponível para jogar de graça na App Store e no Google Play. Agora embarque em sua jornada épica e batalhe ao lado de Gad Gadot!

 

 

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

Gal Gadot participa de conferência de imprensa ao lado do elenco de Mulher-Maravilha

Durante a longa divulgação de Mulher-Maravilha, Gal Gadot participou de mais um dia de conferência de imprensa, com direito a uma Q&A, ao lado de Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, Danny HustonPatty Jenkins, em Los Angeles, no dia 21 de maio.

Confira abaixo um resumo, do blog Sassy Mama in L.A, traduzido:

 

Ela é conhecida por muitos nomes, a maioria dos quais encanta seu poster do filme: Deusa. Guerreira. Lenda. Mas, muitos de nós conhecemos e e nos referimos como Diana Prince (Gal Gadot), a.k.a. Mulher-Maravilha, como um badass total. A diretora Patty Jenkins trouxe as páginas da HQ para uma nova vida com Mulher-Maravilha, a ação-aventura surpreendentemente inspiradora da DC Comics, que é tão viva quanto poderosa.

Jenkins não pensou no filme em termos de qual gênero o herói deve ser – é que, esta é a pessoa certa para ser chamada de salvadora. Na conferência de imprensa do filme em Los Angeles, ela especificou:

A vitória para isso é que, desde o início do conceito, seria o dia em que você pode fazer um grande filme sobre um herói e tanto faz o que eles são ser secundário. Essa será a vitória. ‘Eu sou uma mulher. Oh, sou? Certo! Ou talvez eu esteja em uma cadeira de rodas”. Eu não sei. Que diferença faz… Esse será o dia que será a vitória. Então é assim que decidimos abordar este filme. Eu amo a Mulher-Maravilha e eu nunca questionei nada enquanto eu crescia. Essa foi a nossa grande aspiração. Se pudermos fazer dela um grande herói, e fazer uma grande história, e fazer grandes Amazonas, onde não vamos pensar em nada disso, essa será a vitória. Naturalmente, estamos todos conscientes… Estou honrada e surpresa com a posição em que nos encontramos e todos queremos trazer uma mensagem de ser um herói para o mundo, mas uma mensagem de ajudar alguém a encontrar a sua voz. É com grande respeito e compreensão que fizemos isso.”

Connie Nielsen, que interpreta a mãe de Diana, Rainha Hippolyta, disse:

“É um super-herói incrível sendo ou não uma mulher. Você tem essa divisão acontecendo o tempo todo. Eu não gostaria que fosse um elemento chocante, mas ambos os tipos.”

Não é nenhuma surpresa que o maior trunfo da Mulher-Maravilha é a sua compaixão. Jenkins disse sobre essa característica,

“Ela representa oposto da violência, que é amor, verdade e compaixão. É por isso que ela é mágica.”

Esta qualidade ressoou em um nível pessoal com Gadot, que esclareceu,

“Essa é uma de suas maiores características. Eu me lembro quando nos conhecemos e comecei a falar sobre família e vida, contei a Jenkins sobre meu avô, um sobrevivente do Holocausto, e ele me ensinou que não importa quão escuro fique sua vida, você precisa encontrar sua luz interior. Compaixão é uma coisa muito grande. Foi importante para nós dois este filme ter uma mensagem profunda que todos podem se relacionar e levar para casa e praticar imediatamente.

    Ela encarna todas as qualidades mais maravilhosas que eu amo nas pessoas; Ela é curiosa, calorosa, amorosa e inclusiva. Ela vê o melhor das pessoas. É curiosa e sapeca e tem sua própria atitude. Ao mesmo tempo, ela não está tentando ser perfeita. Ela pode ser muito vulnerável e confusa, mas fixa em sua missão. Eu amo tudo sobre ela. Porque ela não é perfeita, mas ela é inteira e interessante.”

Chris Pine, que interpreta o espião/namorado Steve Trevor, falou sobre as qualidades semelhantes de sua co-estrela Gadot,

“É uma grande combinação rara de qualidades… fisicamente muito formidável, atraente e magnética, que às vezes pode vir transversalmente como áspera porque há uma nitidez à beleza que é esmagadora. Mas simultaneamente, ela tem um calor e curiosidade que é muito verdadeiro e infantil. Há uma pureza nela. Essa suavidade e força é a combinação crítica – e ela tem isso com espadas.”

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Fonte | Tradução e adaptação Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

“A Mulher-Maravilha é feminista” diz Gal Gadot

E a maratona de divulgação de “Mulher-Maravilha” continua! Desta vez, Gal é a capa da revista Entertainment Weekly, na edição de Maio. Além disso, a revista liberou diversas imagens do filme. Confira a matéria, traduzida, abaixo:

Um dos destaques da Mulher Maravilha é a relação entre a Princesa Diana (Gal Gadot) e Steve Trevor (Chris Pine), o espião americano que cai sobre Themyscira e se torna o catalisador da aventura de Diana no exterior. O relacionamento deles preenche o coração do filme e é muito mais moderno do que se poderia esperar de um filme ambientado em 1918.

Artisticamente criadas pela diretora Patty Jenkins, as cenas que caracterizam os dois alternam entre a Mulher-Maravilha que tenta compreender os modos, um tanto enrolados da sociedade humana moderna, e os dois aprendendo os motivos e ambições um do outro. Não há jogo de poder e nenhum dos dois está sendo salvo pelo outro. Alguns podem chamar de igualdade, que para Gadot é o que o feminismo significa.

“A Mulher-Maravilha é feminista, é claro”, diz Gadot. “Eu acho que as pessoas têm um equívoco sobre o que é o feminismo. As pessoas acham que são axilas peludas e mulheres que queimam sutiãs e odeiam homens. Não é isso. Para mim, o feminismo é tudo sobre igualdade e liberdade e [mulheres] escolherem o que queremos fazer. Se são os salários, então somos pagas iguais aos homens. Não são homens contra mulheres ou mulheres contra homens.”

Essa perspectiva levou Gadot a considerar como ela representou sua heroína icônica na tela. “Era importante para mim que meu personagem nunca viesse e pregasse sobre como os homens deveriam tratar as mulheres. Ou como as mulheres devem agir. Tratava-se mais de brincar sem se lembrar das regras da sociedade. O que quer dizer com as mulheres não podem entrar no Parlamento? Por quê?”, Pergunta ela.

“Apenas lembrando a todos como as coisas deveriam ser. Eu queria fazer o estilo ‘peixe fora d’água’, mas eu não queria fazê-la ficar muito boba.”

O personagem do Pine foi muito pensado também. Ele não podia ser muito poderoso ou impotente. “Nós não queríamos fazer Steve a donzela em perigo, e queríamos que eles tivessem um relacionamento muito igual”, diz Gadot. “Se ela se apaixonar por ele, então ele deve ser alguém que toda mulher se apaixonaria”.

Adiciona Jenkins, “Steven Trevor é a fantasia perfeita para qualquer mulher moderna. ‘Quero ter o emprego que sempre quis. Eu quero ser forte e poderosa e todas essas coisas, mas eu quero um namorado realmente quente que pense que isso é ótimo e tenha um senso de humor sobre a coisa toda’”.

Para traçar esse humor, Jenkins deu a Pine e Gadot muita oportunidade de improvisar. Em uma cena, que foi exibida na WonderCon, os dois compartilham um passeio de barco de volta ao mundo do homem onde eles revelam sua química inicial – e fornecem diversas dicas de como será o tom geral do filme. Gadot e Pine improvisaram toda a cena. Pine adorou, especialmente porque destacava as habilidades de improvisação surpreendentemente boas de Gadot.

“Ela tem que ser uma mulher direta, que é a parte mais difícil”, diz ele. “Ela está entregando linhas como ‘Meu pai é Zeus’ – isso é tão ridículo. E ela tem que dizer isso com uma cara séria, com certa inocência e seriedade. Eu começo a reagir como qualquer ser humano seria ouvindo algo tão ridículo quanto isso. Então eu tinha facilidade.”

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

Como Gal Gadot vai salvar a franquia do Batman

O site E! News falou em como Gal Gadot pode salvar o universo do Batman e da DC Comics, no cinema, com o filme da Mulher-Maravilha. Confira a matéria traduzida abaixo:

Colocar todo o futuro dos filmes de super-heróis nos ombros de um personagem é pedir muito, mas se alguém está à altura da tarefa, é a Mulher-Maravilha.

A jornada atual do gênero de super-heróis, e mais especificamente o universo da DC Comics (que seria Batman, Superman e seus amigos), é algo estratificado e complicado. É quase impossível acompanhar Christopher Nolan e ‘O Cavaleiro das Trevas’, depois que um super-herói consegue o quase impossível, ganhar um Oscar, não há muito espaço para subir. Mas o show de quadrinhos deve continuar e a DC chegou no ponto… vamos apenas dizer… variando os níveis de sucesso.

Mas, a razão pela qual estamos aqui hoje é o ponto mais brilhante da franquia, e o aspecto que vai dar vida ao mundo do Batman pelo resto do ano: uma Gal Gadot.

A breve aparição da atriz como Mulher-Maravilha roubou o espetáculo e garantiu que os espectadores deixassem os cinemas muito mais satisfeitos do que teriam sido, se fosse de outra forma. Havia rumores de que a equipe de ‘Batman vs Superman’ iria usar o filme para lançar a próxima estrela de super-herói, e os fãs estavam esperando sem fôlego para o primeiro sinal da Mulher-Maravilha. O que eles conseguiram foi Diana Prince, o alter ego do personagem, superando completamente Bruce Wayne em uma exibição que era mais James Bond do que uma estrela de quadrinhos (da melhor maneira possível).

Mas era um filme de super-herói, então a próxima aparição de Gadot na tela, sem surpresa, a viu em plena vestimenta da Mulher-Maravilha, lutando ferozmente ao lado de Superman e Batman. Gadot conseguiu mostrar alguns de seus trabalhos arrasadores, e em nenhum momento a personagem desenvolve um interesse amoroso ou apenas um rosto bonito em um disfarce pequeno. A recepção, tanto de fãs como de críticos, foi esmagadoramente positiva – ela era o ponto brilhante em uma experiência de cinema de outra forma fraca.

Nada disso deve ser como uma surpresa para aqueles que estão familiarizados com Gadot, a atriz. Antes de vir para Hollywood, ela serviu nas Forças de Defesa de Israel por dois anos e ganhou o título de Miss Israel. Sua estreia no cinema a colocou atrás de uma motocicleta em ‘Fast & Furious’, onde ela se manteve com as vibrações excessivamente machistas do filme como uma profissional. Ela apareceu em mais dois filmes da franquia ‘Furious’, como também no filme de ação policial ‘Triple 9’ ao lado de Casey Affleck e Woody Harrelson.

A atriz realmente cresceu em 2016, com papéis no filme de Jon Hammspy, ‘Keeping Up With the Joneses’, e ‘Criminal’, estrelado também por Ryan Reynolds e Kevin Costner. Seu poder de estrela expandiu também, com participações em talk-shows e capas de revistas – culminando com sua aparição na edição de maio de 2017 da W Magazine.

Assim, o fato da Mulher-Maravilha ser (basicamente) a primeira é importante, mas ainda mais importante é que parece bom. E os fãs de super-heróis (de todos as crenças) estão entusiasmados com isso – muito mais animados do que para a ‘Liga da Justiça’, o seguimento do ‘Batman v Superman’. Vai ser refrescantemente un-fatalista, pelo menos em comparação com seus antecessores. Tudo o que temos até agora é o trailer, mas no ano passado tivemos umas plateia estática quando estreou na Comic Con.

Houve brincadeiras frescas e engraçadas. Havia uma paleta de cores que significava que não precisávamos esbugalhar para ver o que estava acontecendo na tela (sério, por que todos os filmes do Batman eram tão escuros?). Havia um traje que não nos fez revirar os olhos. Havia, naturalmente, lutas muito boas.

Se tudo correr como planejado, Mulher-Maravilha será o novo padrão de ouro para filmes de super-heróis, e Gal Gadot vai ser o novo padrão de ouro para super-heróis. Pode agradecê-la mais tarde, Batman.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos