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FOTOS E VÍDEOS: Gal Gadot participa do programa israelense Gav Ha’Uma

Gal Gadot participou do programa israelense Gav Ha’Uma, um talk-show satírico, apresentado por Lior Schleien, Orna Banai, Einav Galili e Guri Alfi que foi ao ar no dia 09 de setembro em Israel.

 

Gal participou do 18º episódio da 6ª temporada do programa. Assista a baixo os vídeos de sua participação!

FOTOS E VÍDEOS: Gal Gadot comparece ao desfile da marca Factory 54 na Semana de Moda de Israel 2017

Gal Gadot aproveitou sua passagem por Tel Aviv, em Israel, para comparecer a eventos locais. No último dia 05 de setembro, ela marcou presença na Semana de Moda de Israel 2017, ao lado de sua amiga Meital Weinberg Adar. As duas assistiram o desfile da marca israelense Factory 54, que apresentou a sua nova coleção outono/inverno 2017/2018, que aconteceu em um galpão em Tel Aviv.

Confira as fotos e os vídeos da Gal no evento.

Galit Gutman e Dana Groitsky falam sobre Gal Gadot durante o desfile da marca Factory 54 na Semana de Moda de Israel.

Inicio > Eventos e Aparições | Appearances & Events > 2017 > 05/09 | Desfile da marca Factory 54 na Semana de Moda de Israel

FOTOS E VÍDEOS: Gal Gadot apresenta categoria mais importante no VMAs 2017

Gal Gadot compareceu ao MTV Video Music Awards 2017, no domingo (27), para apresentar a último e mais importante categoria da noite, melhor vídeo clipe do ano. Gal entregou o prêmio nas mãos de Kendrick Lamar.

 

 
Gal pulou o tapete vermelho, chegando no evento apenas no horário de sua participação. No caminho, ela publicou um vídeo em seu Instagram Stories.

 

 

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Gal Gadot é capa da Rolling Stone comemorativa do 50º Aniversário da revista em setembro

Gal Gadot estará na capa comemorativa do 50º Aniversário da revista Rolling Stone, em setembro de 2017! Confira abaixo a entrevista com a atriz, traduzida:

 

Mulher-Maravilha prestes a abençoar a nossa criança que irá nascer. “Eu posso?” Ela pergunta, antes de espalhar seus longos dedos pela minha barriga grávida. Suas mãos são quentes e maternas. Ela segura meu olhar, inabalável. “Menina ou menino?” ela pergunta. “Menina”, eu digo a ela. O sorriso dela se alarga. “Ser mulher é uma fortaleza”, diz ela. “De muitas maneiras”. Gal Gadot fotografou em Los Angeles em 19 de julho de 2017, por Peggy Sirota.

Curiosamente, isso não é um sonho; É um almoço no Chateau Marmont. Gal Gadot está ostensivamente aqui para falar sobre sua ascensão de quase total desconhecido para um símbolo icônico e mundial de tudo o que é bom e poderoso como a primeira encarnação do filme da Mulher-Maravilha. Mas é difícil não ver elementos da super-heroína na maneira que ela é. Não importa se ela estivesse às 5h da manhã com um filha de quatro meses (“Cara, é cansativo, mas é o melhor”); Em pessoa, sua aura paira em algum lugar entre a terra mãe e glamazon. Seu sotaque é Bond-digno e cobriu a fumaça de sua voz. Sua performance de Mulher-Maravilha tão convincente incorpora tanto a maldade quanto a decadência esmagadora do personagem, que ela também pode ser como uma rejeição ambulante e conversa sobre a misoginia da era Trump – assim que, segundo notícias, não é incomum ver as mulheres chorando abertamente nos cinemas enquanto a observavam na tela. A maior parte do mundo ainda não sabe como pronunciar seu nome (é “gadott“, não “gadoh“), mas Gadot dificilmente pode se incomodar com preocupações tão frívolas. “Eu gosto quando está calmo e há harmonia na atmosfera”, ela me diz. E depois: “Você deve encontrar seu lugar neutro com você mesmo”. Na sua presença, essas coisas parecem possíveis, até prováveis.

Ou, pelo menos, se você é ela. O jeito que ela escova os opositores que a questionaram como Mulher-Maravilha, um tesouro nacional (elogiado pelo Smithsonian como um dos “101 Objects That Made America”), sendo retratado por um israelense: “Oh, meu Deus, é sério isso?” (O filme foi banido em vários países árabes pelo mesmo motivo.) Ou como ela dissipou as queixas da internet sobre o tamanho de seu busto com o conhecimento apontado de que, ao invés de ter proporções pinup, Mulher-Maravilha teria historicamente cortado um dos seios. De qualquer jeito: “Eu disse a eles: ‘Ouça, se você quer ser real, então as Amazonas, elas tinham apenas um seio. Exatamente um seio. Então, o que você está falando aqui? Eu tenho seios pequenos e uma bunda pequena? Isso vai fazer toda a diferença.'” Ou a maneira como ela enfrentou o inverno de Londres, filmando 12 horas por dia, seis dias por semana, em não muito mais do que um collant e pulseiras de metal. Ou, mais impressionantemente, a forma como ela refilmou cenas de Mulher-Maravilha e o próximo filme da franquia DC Comics (Liga da Justiça, no outono doa EUA), enquanto estava grávida de sua segunda filha, enjoo matinal é detestável. “Nós abrimos o traje e tínhamos essa tela verde na minha barriga”, diz ela. “Foi muito engraçado – Mulher-Maravilha tinha uma barriga de grávida.”

De fato, o golpe de Gadot foi apenas uma das complicações visitadas na equipe de produção de Liga da Justiça. Depois de uma tragédia familiar, o diretor Zack Snyder demitiu-se, deixando o filme nas mãos de Joss Whedon, de Os Vingadores, e os rumores de uma grande reforma foram confirmados quando o co-estrela Ben Affleck descreveu o resultado como “um produto interessante de dois diretores”. Mas, fiel à forma, Gadot não compra a controvérsia. “Olhe”, diz ela. “Joss, para meu entendimento, foi a escolha de Zack para terminar o filme. E o tom não pode ser completamente diferente porque o filme já foi filmado. Joss está apenas ajustando”.

É, em parte, a incapacidade inata de Gadot, que ajudou a Mulher-Maravilha a superar as expectativas mais loucas de qualquer pessoa, mas também quase sozinha, salvar o popular universo da DC Comics. Até o momento, o filme ganhou mais de US $ 400 milhões no mercado interno e está perto dos US $ 800 milhões em todo o mundo. Atualmente, é o filme de ação real de maior bilheteria já dirigido por uma mulher. Em outras palavras, o filme chutou o traseiro,n estilo Mulher-Maravilha. “Isso mostra que o mundo estava pronto para um filme de ação dirigido por mulheres”, diz Gadot. Ou mesmo que não estivesse então, ela se certificou de que está agora.

Atingir uma vantagem em uma franquia como mastro de tenda teria sido um golpe para qualquer ator jovem, é claro. “Quando você é um iniciante, você se entusiasma por ter um emprego”, diz Gadot. “Era lá que eu estava”. Mas Mulher-Maravilha não era apenas um papel de liderança. Foi um papel que as feministas esperavam há muito tempo – como todos os grandes super-heróis masculinos que apareceram no cinema e projetos em abundância – e um com uma história que se estendeu muito além do mero simbolismo de um super-herói feminino. Depois de ser lançada, Gadot voltou-se para os arquivos da Warner Bros. para ler os quadrinhos originais e logo ela descobriu que a Mulher-Maravilha foi criada por William Marston, um psicólogo que não só ajudou a inventar o detector de mentiras e morou em uma casa poliamosa com o sua esposa (quem ele conheceu no ensino médio), sua namorada (que tinha sido sua aluna) e seus quatro filhos (duas sendo mulheres), mas que também acreditava que as mulheres não eram apenas iguais aos homens, mas provavelmente superiores. “Francamente, a Mulher-Maravilha é uma propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que deveria, eu acredito, dominar o mundo”, diz ele na história secreta da Mulher-Maravilha de Jill Lepore. E como Lepore ressalta: “Na primeira história, Mulher-Maravilha vem aos Estados Unidos para lutar pelos direitos das mulheres, porque esta é a último referência de possibilidade de igualdade de direitos para as mulheres”.

Nada dessa história foi perdida em Gadot. “As pessoas sempre me perguntam: ‘Você é feminista?’ E acho a pergunta surpreendente, porque penso: “Sim, é claro. Toda mulher, todo homem, todos devem ser feministas. Porque quem não é feminista é um sexista”. Ela continua que ela e sua irmã mais nova foram ensinadas “a acreditar que somos capazes, para nos valorizar”, como elas cresceram em Rosh Ha’ayin, uma pequena cidade no centro de Israel, onde seu pai trabalhou como engenheiro e sua mãe era professora física. “Eu tinha um tipo de vida muito protegida”, diz Gadot. “Não houve observação de TV. Sempre foi “pegue uma bola e vá jogar”. O que lhe serviu bem. “Em geral, eu era uma boa garota, uma boa aluna, um prazer, e eu era uma moleca. Sempre com feridas e arranhões nos meus joelhos”.

Apesar dessas manchas, Gadot obteve ofertas para modelar, mas optou por trabalhar para o Burger King. “Eu estava tipo ‘Posar por dinheiro? Ugh, não é para mim.'” Mas nos poucos meses que ela teve entre a graduação do ensino médio e servindo seus dois anos obrigatórios nas Forças de Defesa de Israel, sua mãe e um amigo solicitaram em seu nome para o concurso Miss Israel. Quando ela descobriu que entrou, “eu disse a mim mesma:’Eu só vou fazer isso. Eles vão nos levar para a Europa, e eu vou contar aos meus netos que a avó participou do Miss Israel.’ Eu mal sabia que ganharia”. Ou que o vencedor entraria no concurso Miss Universo (“É divertido agora dizer isso. Parece tão bizarro, como uma vida diferente”), o que a assustou totalmente. “Eu sabia que não queria ganhar o Miss Universo. Não era meu. Para uma jovem de 18 anos, parecia ser uma responsabilidade demais”. Então ela decidiu deliberadamente atacar a competição, fingindo que não falava inglês, vestindo coisas erradas. Ela não fez o top 20. “Perdi com classe”, ela declara alegremente. “Eu perdi vitoriosa”.

Quando seu reinado inesperado como Miss Israel terminou, ela foi designada para ser uma treinadora de combate nas FDI, informando diariamente às 5h da manhã para colocar os soldados em uma espécie de campo de treinamento. Enquanto ainda servia, conheceu o desenvolvedor imobiliário Yaron Varsano em “esta festa no deserto era tudo sobre chakras, blá, blá, blá”, depois se casou com ele, fez faculdade de direito (“Porque eu sou tão profundo e eu amei Ally McBeal”), e pensei que ela tinha terminado em um caminho na carreira que dependia de sua aparência, quando um diretor de elenco pediu que ela fizesse uma audição para ser uma Bondgirl. “Eu disse ao meu agente, ‘do que você está falando? Eu estou na faculdade. Eu não sou uma atriz. Eu não irei.’ E ele era como, ‘Apenas mostre respeito e vá.'” Essa audição eventualmente levou a seu papel em Velozes e Furiosos, o que a levou a Mulher-Maravilha, embora em sua primeira audição para o filme, ela nem sequer sabia o papel que estava tentando conseguir. “Zack [Snyder] me chamou e foi como, ‘Então você sabe o que você está testando?’ Eu disse ‘não.’ Ele disse: ‘Bem, não tenho certeza se você a tem em Israel, mas você ouviu falar sobre Mulher-Maravilha?'”

Descobriu que a tinham em Israel, e Gadot imediatamente percebeu a oportunidade de se entregar, tanto como atriz como como feminista. “Eu tive meus momentos em que senti como se os homens estivessem mal interpretados – nada sexual, mas inapropriado de maneira sexista.” Disse. “A vida nem sempre foi corada e dura para mim como uma mulher no mundo”. Mesmo depois de ter conseguido o papel, ela estava preocupada em ser considerada fraca, então ela esperou para contar a seus colegas de trabalhos em Liga da Justiça que ela estava grávida. “Eu não queria atenção”, diz ela. “O padrão deve ser as mulheres realizando o trabalho, mas há um longo caminho a percorrer e uma grande reprogramação que precisa ser feita para ambos os sexos.”

Também não era imaterial que Mulher-Maravilha  – quem, diz Gadot, “representa amor e esperança e aceitação e combate o mal” – estreou em 1941, ano em que a América entrou na Segunda Guerra Mundial. Enquanto o pai de Gadot é israelita de sexta geração, a mãe de sua mãe escapou da Europa antes da guerra. O pai de sua mãe, que tinha 13 anos, quando os nazistas chegaram à sua Tchecoslováquia nativa, não teve tanta sorte. Seu pai morreu no exército. O resto de sua família foi enviado a Auschwitz, onde sua mãe e seu irmão morreram nas câmaras de gás. Após a guerra, ele se dirigiu para Israel sozinho. “Toda a família foi assassinada – é impensável”, diz Gadot. “Ele me afetou muito. Depois de todos os horrores que ele viu, ele era como esse pássaro danificado, mas ele sempre teve esperança e foi positivo e cheio de amor. Se eu fosse criada em um lugar onde esses valores não eram tão fortes, as coisas seriam diferentes. Mas foi muito fácil para mim me relacionar com tudo o que Mulher-Maravilha representa”.

Agora, Mulher-Maravilha era a história de Gadot para contar, e ela e a diretora, Patty Jenkins, eram obsessivas em relação à conclusão. “Foi quase emocional, porque estávamos tão unidas em nosso desejo de fazer algo tão delicioso que as pessoas não se importassem também de falar sobre essa questão mais profunda”, diz Jenkins. Gadot tinha treinado durante oito meses para ter músculos – “A força não é algo que você pode fingir” – mas também sentiu que a abordagem mais feminista seria que a Mulher-Maravilha continuasse feminina, fosse forte por causa disso, apesar de ser uma mulher. “Eu não queria fazer a guerreira de coração frio. Nós não queríamos cair nos clichês”. Em vez disso, ela e Jenkins pensaram longamente sobre como uma mulher levantada apenas por mulheres responderia quando mergulhava em um mundo dominado por homens.

O resultado é uma espécie de feminismo inocente que se sente acidental exatamente porque é tudo menos. “Nós não quisemos tratar a misoginia de maneira pregadora”, diz Gadot. “Queríamos surpreender o público”. Então, quando Mulher-Maravilha não é permitida em uma reunião de conselho de guerra, que é essencialmente a versão da Era eduardiana de um festival de salsicha, ela não hesita; Ela é simplesmente desconcertada. Da mesma forma, quando ela vê um bebê na rua, ela não hesita em bajular (“Um bebê!”). “Nós queríamos trazer ingenuidade”, diz Gadot. “Sendo mãe de duas garotas, eu sou como ‘Precisamos de mais ingenuidade. Todo mundo está muito na cabeça delas'”. O resultado é o retrato de uma mulher na tela sem um pingo de insegurança, uma mulher que nunca questiona seus próprios impulsos, “gênero” ou não.

O que nem Gadot e nem Jenkins poderiam ter previsto é como suas deliberações cuidadas ressoam. “Mesmo em alguns exames de teste iniciais, as mulheres vinham até mim depois e diziam: ‘Sinto que você fez um filme pra mim'”. Diz Jenkins. “Mas não foi até a segunda semana que o movimento começou, as pessoas foram várias vezes, levando namoradas e avós enviando fotos para mim de mulheres de 90 anos de idade que foram encaminhadas. Tudo isso era absolutamente impressionante de ver” Gadot concorda. “Definitivamente, penso que 75 anos é muito tempo para esse personagem não ter um filme, mas uma loucura”, diz ela sobre a recepção do filme, sobre as visões femininas realizadas ao redor do país, dos meninos da escola que chegam para classificar o poder da Mulher-Maravilha e de seu papel em tudo isso.

E agora, como as bolas de neve loucas ao redor dela e Mulher-Maravilha 2, sem dúvida, aparece no horizonte, Gadot usa seus formidáveis poderes para manter as coisas zen. Ela e sua família se mudaram recentemente para L.A., onde sua filha de cinco anos está começando a escola. “Eu vou buscá-la”, diz Gadot sobre os planos da tarde. “Então eu volto para casa para a bebê, tenho um dia relaxante”. Talvez ela faça um pequeno jantar (“Eu adoro cozinhar comida italiana. É fácil”), coloca uma pequena música (“Zero 7 porque é superchill”), se deleite com os “momentos realmente simples”, ela diz que são coisas dela. Em busca de tudo isso, ela se levanta para ir embora. Então ela faz uma pausa. “Vai ser ótimo”, ela diz, olhando para minha barriga. E naquele momento, sim, tudo parece ser maravilhoso.

 

Scans de revistas | Magazine Scans > 2017 > Setembro – Rolling Stone

 

Ensaios Fotográficos | Photoshoots > 2017 > Peggy Sirota – Rolling Stone

 

Fonte | Tradução e adaptação – Gal Gadot Brasil

Saiba tudo que rolou no painel de Liga da Justiça na SDCC 2017

A Warner Bros. esteve na San Diego Comic-Con 2017, na Califórnia, no dia 22 de julho para divulgar seus próximos lançamento, entre eles o filme Liga da Justiça. Confira abaixo um mega resumo de tudo que rolou no painel do filme.

No início do painel da Warner Bros., no Hall H, foi exibido um vídeo com diversos trechos das produções do estúdio e as cenas de Mulher-Maravilha foram as mais aplaudidas. O painel da DCEU foi o terceiro a ser apresentado, após os de Jogador Número 1 e Blade Runner 2049.

O painel começou com uma exibição de diversas cenas de filmes da DC e uma frase chamou atenção no telão: “Onde a maravilha lhe aguarda, onde a justiça prevaleça, onde o bem luta contra o mal, de Gotham à Atlantis, Metropolis à Apokolips, de Krypton à Themyscira e além, bem-vindos aos mundos da DC.”. Logo após foram exibidos diversos logos dos super-heróis da editora, confirmando as futuras produções do estúdio, como Shazam, Esquadrão Suicida 2, The Batman, Justice League Dark, Green Lantern Crops, Mulher-Maravilha 2, e o filme do Flash que chamará Flashpoint.

Depois da abertura, começou o painel de Aquaman e Jason Momoa, com seu tridente em mãos, atravessou a multidão para o palco, deixando a plateia louca. “O rei está aqui”, ele gritou. Chris Hardwick, mediador do painel da Warner, falou: “Faz sentido você ser o Aquaman, todo mundo aqui está molhado.” e Momoa apenas ficou rindo.

 

Foi exibido nos telões um teaser do filme e ao final um cena de Momoa dizendo “Eu suponho que você não quer falar sobre isso? (Há uma pausa) E eu também não.”. O visual dos peixes do filme são bem legais, eles têm fitas de LED, ficando parecidos com naves.

Em seguida, o elenco de Liga da Justiça, sem Henry Cavill, entrou no palco para dar início ao painel mais aguardado pelos fãs ao som de Come Together de Godsmack, música presente no primeiro trailer do filme.

“Nossa pessoal, a energia de vocês… Estamos sentindo.” Gal disse após todos ocuparem seus lugares no palco. Ela continuou elogiando Aquaman, “Uau Jason. Isso foi muito incrível! Mal posso esperar.”. Gal então perguntou para a plateia como todos estavam, e a multidão respondeu com gritos de euforia.
Chris Hardwick pergunta a Ben como foi quando todos se reuniram como integrantes da Liga da Justiça e ele responde: “A primeira vez em que todos nós estávamos vestindo os trajes e estávamos no set, foi um momento nerd muito grande. Foi eletrizante. Foi incrível.” Ezra também contou que ficava tentando tocar em todos eles, “Eles pareciam tão legais e reais.”
Ben Affleck aproveitou o momento para falar sobre os rumores de seu papel de Batman nos futuros filmes do estúdio. O ator garantiu aos fãs que continuará onde está, “Me deixe ser muito claro, eu sou o cara mais sortudo do mundo. Batman é o papel mais legal em qualquer universo, DC, Marvel, ele é incrível… E eu estou muito animado em interpretá-lo.”

Chris começa a falar sobre o sucesso de Mulher-Maravilha e pergunta para Gal o que na personagem é tão especial para ela, e o que ela acha que fez o filme ter tanto sucesso. Gal começa agradecendo a todos e continua, “Eu acho essa personagem tão incrível. Ela representa tudo que é bom, o amor, a compaixão, a verdade, a justiça e a paz. Honestamente, sou muito grata por vocês fazerem quem ela é e fazerem o sucesso que foi esse filme.”

Chris Hardwick pergunta para Momoa por que o Aquaman parece ser o mais resistente a se juntar à Liga e ele conta que o Aquaman não é tão bem aceito na terra e nem na água, então ele vive na maré e está magoado. “Ele é sensível. Ele disfarça… Por dentro ele é um grande ursinho.” Jason também conta que o Aquaman é responsável por falar as verdades que ninguém tem coragem de dizer.

Trailer da Liga da Justiça é exibido no telão para todos os presentes!

Após a exibição do trailer, Jason Momoa quebrou uma cadeira ao se empolgar com a animação da plateia e ficou sentado no chão até trazerem nova cadeira para ele e Gal disse: “É assim que fazemos. Isso é o que acontece após cada cena que fazemos.”

As perguntas dos fãs começam e surge uma sobre com quem do Esquadrão Suicida eles gostariam de enfrentar em uma luta, Gal diz que adoraria enfrentar Margot Robbie, Momoa seria o Jai Courtney e Ezra diz que está planejando uma luta com Will Smith.

Eles começam a falar sobre as cenas mais memoráveis do filme e Gal conta, “O momento mais surreal foi quando estávamos com nossos uniformes para fazer uma cena de ação”, e Jason Momoa continua “Meu momento fangirl foi quando eu estava surfando no Batmóvel”.

Para finalizar, Gal disse que quem curte o Superman vai gostar muito de Liga da Justiça e Momoa confirmou que o exército presente no trailer é o grupo do Ocean Master (Mestre do Oceano), seu irmão.

Confira o painel de Liga da Justiça, completo, abaixo!

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Inicio > Eventos e Aparições | Appearances & Events > 2017 > 22/07 | Autógrafos no stand da DC na SDCC, Califórnia

“O feminismo é sobre a liberdade” diz Gal Gadot em entrevista

Confira abaixo mais uma entrevista da Gal feita pelo site Time Out durante a divulgação de Mulher-Maravilha.

 

“De onde você está ligando? Você é Inglês? Está chovendo? Eu sinto muita falta de Londres.” Eu estou no telefone com a atriz israelita Gal Gadot (pronunciado Gah-dote), que está em casa em Los Angeles, tecnicamente ainda em licença maternidade depois de dar a luz à sua segunda filha em março – em um verdadeiro estilo de super-herói, ela refilmou algumas cenas para Mulher-Maravilha enquanto estava grávida de cinco meses. Ela cresceu perto de Tel Aviv e sonhou em se tornar advogada, antes de entrar para o Miss Israel. Seguiu uma carreira de modelo, interrompida para cumprir seus dois anos obrigatórios no exército israelense, o que significa que ela conhece seu caminho em torno de uma cena de luta.

O que você mais sente falta sobre Londres?
Tudo! Sinto falta dos parques, das pessoas, dos restaurantes, do sotaque. Tudo além do clima.

Você quase deixou de atuar há alguns anos atrás. Por quê?
Ser uma atriz é difícil. A quantidade de rejeição que você recebe pode ser exaustiva. Estava literalmente certa antes de fazer uma audição para Mulher-Maravilha.

Isso acabou bem. É verdade que você não sabia para qual filme você estava fazendo o teste?
Exatamente. Era tudo muito secreto. Mas sem nunca saber disso, acho que a Mulher-Maravilha era o papel dos meus sonhos. Eu cresci assistindo mulheres sendo princesas ou donzelas em perigo. Tivemos Meryl Streep e Charlize Theron, mas não era comum ver grandes papéis para as mulheres.

Você tem alguma preocupação de que o traje pequeno da Mulher-Maravilha não seja feminista?
Não! Eu amei. Penso que há um equívoco sobre o que é o feminismo. Para mim, o feminismo é sobre a liberdade. E a Mulher-Maravilha não tem nenhum problema com seu corpo. Não há nenhuma razão para ela ser coberta em todos os momentos, especialmente vindo de Themyscira, uma ilha quente. Além disso, é prático lutar com ele.

Mulher-Maravilha é o primeiro filme de super-herói liderado por mulheres em uma década. Você está sentindo a pressão?
Não. Eu sou o meu maior crítico, mas acredito que temos algo certo com o filme. Agora, tudo o que me interessa é que as pessoas gostem.

O que sua filha de cinco anos disse quando viu você vestida como Mulher-Maravilha?
Ela me perguntou: “Mamãe, por que você está usando uma tiara? Isso significa que você é uma rainha? Sou uma princesa?” Ela adorava brincar com meu laço.

Você ganhou Miss Israel, mas você era uma rainha rebeld. Isso é verdade?
Eu fui! E não sou uma pessoa rebelde. Entrei pela experiência, mas nunca esperei vencer. Tinha medo de que o mesmo acontecesse no Miss Universo, então fiz tudo o que pude para garantir que não ganhasse. Eles pedem que você venha para o café da manhã com vestido de cocktail e maquiagem, e isso não sou eu.

No exército, você era uma treinadora de combate. Você era durona?
Não! Sou uma boa garota.

 

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

LA Times: Como era a vida real Amazona no set de Mulher-Maravilha

Durante a divulgação de Mulher-Maravilha, o LA Times conversou com as atrizes Gal Gadot, Robin Wright e Connie Nielsen. As atrizes contaram algumas curiosidades sobre os trajes, as coreografias de luta e como foi trabalhar em um set onde a maioria era do sexo feminino. Confira o vídeo legendado e a entrevista completa, abaixo.

 

Mulher-Maravilha pode ser a estrela do blockbuster esperançoso da Warner Bros. neste fim de semana, mas ela não chegou sozinha. A combinação icônica de justiça, esperança, amor e movimentos sérios de combate vem da criação em Themyscira, uma ilha de fantasia de mulheres guerreiras chamadas Amazonas.

Para tornar a ilha e os seus habitantes possíveis, o estúdio recrutou algumas guerreiras do mundo real, incluindo a lutadora profissional Madeleine Vall Beijner, a campeã da CrossFit Brooke Ence e a boxeadora profissional Anne Wolfe.

Mas as atrizes principais são igualmente ferozes. Robin Wright interpreta a Antiope, mortal com uma espada e capaz de atirar não apenas uma, mas três flechas de uma vez. Vestindo a coroa (e casaco de peles) da rainha Hippolyta é Connie Nielsen, e é claro que existe a lutadora mais nova do clã, Gal Gadot, nossa mais nova Mulher-Maravilha.

Nós trouxemos essas três juntas para um conselho Amazônico para falar sobre o estilo dos movimentos de batalha, armadura de couro e como é trabalhar em um conjunto composto principalmente por mulheres.

 

Vocês passaram muito tempo filmando no local juntas. Você formaram uma ligação? Vocês se sentiam como as Amazonas quando filmava?
Nielsen: Eu absolutamente fiz.
Wright: Foi incrível, né? Foram mais de 120 mulheres.
Gadot: Era como uma grande festa de mulheres. A coisa maravilhosa sobre isso é que todas nos demos realmente, muito, muito bem. Todas estávamos tão felizes uma com o outro. Eu vi ela gravar, eu estava tipo, “Isso foi tão bom, Robin!”
Nielsen: Muito apoio.
Gadot: Havia muito apoio e amor. E não foi falso.
Wright: Era como estar em uma equipe de futebol profissional…
Nielsen: De mulheres.
Gadot: Exatamente. Então não houve inveja. Sem tensão.
Nielsen: E então, nós também conseguimos trabalhar juntas. Nós também tivemos que fazer todo esse treinamento.
Wright: Muito mais fácil do que ir sozinha na academia.


Como foi estar em um set onde as mulheres eram a maioria?
Nielsen: Era o mundo oposto. Foi como se os homens estivessem de pé no parque com as crianças enquanto estávamos na praia com os cavalos e as espadas.
Gadot: Foi como uma era da nova era. Todos os nossos maridos estavam caminhando com os carrinhos enquanto trabalhávamos na praia.
Nielsen: Mas também era um lugar bem amado para crianças, nos sentamos e conversamos sobre nossos filhos. Todas nós trouxemos nossos filhos para o set de filmagens e era apenas um tipo de roda livre, muito relaxado.
Gadot: Sim, devemos fazer um filme assim novamente.


Com que frequência você algo assim em Hollywood? Você consegue fazer uma Rainha Amazona ou uma mulher General Amazona ou Mulher-Maravilha? Com que frequência você vê um papel como esse?
Gadot: Nunca.
Nielsen: Nunca.
Wright: Nunca.
Nielsen: O que é realmente incrível é a maneira pela qual é completamente natural ao longo do filme. Eles não fazem grandes negócios com isso. É apenas isso. Isso é o que eu acho diferente. Não estamos tentando destacá-lo ou aumentar as apostas para isso. Nós apenas aceitamos essa autoridade.
Wright: É uma tribo nômade unissex que nasceu para lutar e proteger, sim, Themyscira e essa cultura, mas também para trazer a mensagem passada por seu personagem, que é apenas construir um futuro de humanos bondosos. Trazendo isso de volta ao mundo.
Gadot: Uma vez que você não dá atenção para a questão de gênero, e não fala sobre o fato de que há mulheres fortes, não se torna uma questão.
Nielsen: Essa é uma das minhas coisas favoritas.
Gadot: Quando Diana vai ao mundo real, ela é completamente inconsciente quanto às regras de gênero e da sociedade, de que as mulheres não são iguais aos homens. Essa é a maneira de mostrar porque, honestamente, no final do dia, somos todas almas iguais neste universo. E não importa se somos homens ou mulheres.
Nielsen: Eu acho que a maneira como Gal faz a cena, quando ela entra na sala cheia de generais, como se ela estivesse absolutamente consciente de que poderia ser de outra maneira, que ela tem o direito de estar lá. Eu acho que, se você realmente quer dizer alguma coisa aos seus filhos é que todas nós, todos merecem estar naquela sala.


Fale mais sobre a cena da luta na praia. Isso era difícil de filmar ou foi divertido?
Wright: Foi incrível.
Nielsen: Era fisicamente difícil fazer aquelas cenas na areia. Mas foi incrível.
Wright: Mas então, sempre gritamos: “Posso fazer de novo? Não, eu posso fazer isso melhor. Eu sei que posso usar minha espada melhor”.


Foi tão bom ver General Antiope ser lançada sobre os atacantes e disparando flechas nos bandidos. Como foi ver essas cenas quando o filme terminou?
Gadot: Nunca vi na minha vida uma cena cheia de mulheres lindas e fortes que estão apenas lutando juntas em uma harmonia tão linda fazendo coisas malucas e incríveis. Nunca vi na minha vida algo assim.
Wright: Sim, era um balé.
Nielsen: Era quase como se fosse um novo paradigma para cenas de ação. Não  como uma versão feminina de uma cena de ação masculina. É uma coisa completamente diferente. E isso é o que eu acho incrível; É realmente, muito bem adaptado para mulheres.
Wright: Projetado para a maneira como nos movimentamos. Não nos movemos como homens.


O que você achou da Themyscira?
Nielsen: Nós estávamos em locais reais que eram realmente bonitos – sim, eles foram aumentados pelo CGI, mas eles eram incrivelmente bonitos, os sets de filmagens.
Wright: Estávamos em uma das cidades mais antigas da Itália, Matera, acho que tem 9 mil anos.
Gadot: E você anda por lá e você realmente vê pavões, é uma loucura. Foi mágico.


Isso fez vocês se sentirem imortais? Seus personagens viveram por anos e anos. Como é estar dentro de uma cidade antiga acrescenta como atriz?
Gadot: Complementa nossa performance. Em Matera, você sente como se estavesse de volta aos velhos tempos. Senti como se estivesse em Jerusalém. Eu acho que foi muito importante para Patty que filmássemos em locais reais.
Nielsen: Mas também filmando em 35 mm, você ganha essa experiência aumentada e é muito incomum para esse tipo de filme, é como ficar ancorado em uma realidade.
Wright: Quero dizer, imagine gravar todas essas sequências em um quarto como este com um pano de fundo verde. Temos que estar no lugar real. E sentir os elementos. Estar lá fora e estar frio, congelando durante as manhãs em nossas pequenas saias de couro.
Nielsen: E então, por volta das 15h, estávamos morrendo e usando espartilhos.


Como foi a primeira vez que experimentou seu traje?
Nielsen: Eu acho que foi como ser amarrada em uma armadura.
Wright: Couro.
Nielsen: Ela meio que faz algo. E tem o fato de segurar uma espada na mão. Não sei se sou eu, mas isso me fez sentir muito poderosa.
Wright: Sra. Excalibur.


O filme mostra brevemente a relação entre a Rainha Hippolyta e Diana. Vamos ver mais disso no futuro?
Gadot: Claro. A relação mãe e filha é sempre uma relação linda, mas complexa. Eu acho que há muito mais a explorar.
Nielsen: E Wright e eu também conseguimos fazer mais em “Liga da Justiça”. Como irmãs também.  Algo tipo duronas também. Não podemos dizer muito, mas…
Wright: E mais da história, vocês ganham mais da história.


Muitas pessoas cresceram adorando a Mulher-Maravilha. Ela era famosa na Dinamarca, Connie? Ela era famosa para vocês?
Nielsen: Eu sabia muito pouco sobre a Mulher-Maravilha. Eu tinha visto algumas fotos quando mudei para cá, mas eu sabia muito pouco e, de certa forma, era por isso que era uma experiência tão incrível porque eu estava descobrindo tanto enquanto eu estava fazendo isso. É a melhor coisa, quando você está em um espaço criativo, descobrindo algo e ficando apaixonado e animado por isso.
Gadot: Eu sinto o mesmo porque eu sabia sobre ela, mas não conhecia muito sobre ela.


E agora você é ela.
Gadot: Quem acreditaria?

 

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

Glamour México: Gal Gadot, a Mulher-Maravilha livre, renovada e forte

Gal Gadot é capa de mais uma revista, dessa vez é a Glamour no México e na América Latina. Confira abaixo a entrevista traduzida:

 

Enérgica, sorrindo e com um vibração poderosa; Definitivamente ninguém como Gal para interpretar Mulher Maravilha.
A atriz nos contou os desafios e satisfações em dar vida a este personagem.

Bem-vindo 2017, onde o poder, a coragem e a energia que sempre tem caracterizado as mulheres têm uma forte ressonância na sociedade e em tudo que nos rodeia.

Desde nossos círculos sociais até nosso local de trabalho, e o que dizer ao mundo do entretenimento… Sim, inclui o dos super-heróis. Com esta filosofia feminista, chegam histórias mais complexas e, portanto, mais interessantes e profundas. Por tudo isso, um dos filmes que me emocionou, quando a produção foi anunciada, foi o da Mulher-Maravilha. Inteligência, segurança, encanto e poder. Como não ficar animado para ver esse personagem no cinema, renovado?

Depois do grande trabalho feito por Lynda Carter na década de 70, a atriz que tomaria o bastão, teria muito trabalhando para adaptar no mundo contemporâneo. E vendo Gal Gadot, com o seu encanto, presença e sorriso vencedor, sem dúvidas, a escolha foi perfeita. Enquanto ela apareceu em Batman v Superman, esta parte vai se concentrar inteiramente sobre como ela traçou o caminho para se tornar a heroína.

Conheci Gal em uma visita, em setembro, em Londres durante as filmagens. Apesar do tempo frio e chuvoso (como um clichê do Reino Unido, mas não menos encantador), Gal se mostrou o tempo todo animada e feliz. Há sempre algo mágico quando você visita um set de filmagens, porque observa o esforço e dedicação que as pessoas investem em um projeto, mas especificamente para Mulher Maravilha, já que estamos falando de Gal, Chris Pine (co-estrela), Patty Jenkins (diretora) ou alguém de equipe de produção e de vestuário, amor e paixão eram muito evidentes. E não é pra menos: eles vão contar a história de um papel modelo.

“Foi um processo cheio de trabalho duro, mas, ao mesmo tempo tem sido divertido e gratificante.” Gal disse, antes de iniciar o ritual para colocar seu traje, para se deslocar da realidade à ficção.

E enquanto estávamos atrás dos monitores assistindo Gal correndo com um discurso incrível, pronto para qualquer batalha, não havia dúvida de que precisávamos ver um personagem neste universo.

Alguns meses mais tarde, nos encontramos em um glamouroso hotel em Los Angeles, agora para falar formalmente sobre seu papel, lições aprendidas e os resultados finais. E, embora o tempo fosse relativamente curto, a vida de Gal mudou completamente: O filme ainda não havia sido lançado e já tinha uma enorme base de fãs (milhões!) o apoiando; não podendo não falar sobre sua beleza, força, charme ou sua história (ou seja, uma mulher com formação militar está interpretando uma guerreira, o quão legal é isso?) E não se esqueça o pequeno detalhe que teve sua segunda filha, Maya. Mas ao vê-la, sem stress, recebendo cada experiência de braços abertos, chega um momento em que é difícil diferenciar a poderosa guerreira Amazona que ela interpreta, da mulher forte que tem o mundo em suas mãos.

 

Foi, sem dúvidas, uma ótima notícia saber que você iria interpretar a Mulher-Maravilha. Foi difícil para você se preparar para o papel?
Gal Gadot: Fisicamente, eu treinei muito, todos os dias! Tem sido um processo intenso, onde nós praticamos acrobacias e artes marciais, que também tem sido bastante divertido, porque nós aprendemos a fazer acrobacias, cavalgar, usar espadas, tudo para me fazer ficar forte. E quer saber? Eu me sinto fantástica! Agora eu não tenho medo de andar sozinho à noite (risos). Nem sempre foi fácil, mas esta mudança me fez feliz. Eu gosto do meu corpo, me faz sentir forte. Quando fui para as audições, eu era muito magra, quase sete quilos a menos do que agora, mas hoje eu tenho um físico mais muscular. Gosto de me sentir desse jeito, eu acho que excedeu os meus limites completamente.

Todos sabem que você teve treinamento militar como parte do exército israelense. Isso ajudou?
Gal Gadot: Eu sempre fui uma menina muito ativa. Minha mãe é professora de ginástica, e crescendo, me lembro que eu não via muita televisão, porque eu sempre quis sair e jogar, estar me movendo. Querer dançar, jogar tênis ou basquete… O que fosse! É algo natural para mim.

Fãs de quadrinhos podem ser bastante apaixonados. Você sentiu alguma pressão ou stress sobre isso?
Gal Gadot: Eu sei! Mas tudo está em decidir qual o seu caso: você pode ouvir o que é dito sobre você e se concentrar em seu trabalho e fazer o seu melhor. É claro que eu quero que todos gostem do resultado final, isso é óbvio, mas eu sei que não posso agradar os (milhões) fãs. Existem diferentes perspectivas, Inclusive algumas são contrárias! Minha responsabilidade como atriz é levar o roteiro e contar a história de forma mais criativa.

O que você aprendeu com essa produção e essa heroína?
Gal Gadot: Eu tenho trabalhado em vários filmes independentes, e definitivamente é um universo muito diferente quando se trabalhar em um filme como este. Foi estranho o processo de adaptação: quando fui selecionada por Zach Snyder, não era para este filme primeiro, mas para Batman v Superman, então eu tinha um projeto que já estava armado, ou seja, não foi começar do zero. Eles já sabiam como ficaria a personagem, o roteiro estava pronto. Eu não tinha chance de construir naquela ocasião. Era como se eu já deveria conhecê-la. Mas para esse, tivemos que planejar perfeitamente sua origem, enquanto ela não estava ciente de seus poderes e era uma jovem idealista, uma garota que acreditava que o mundo era branco ou preto, bom ou ruim, e que o bem sempre vencia o mal. Mas, no caminho ela encontra Steve Trevor, com quem descobre a complexidades da vida e da humanidade. Nem todos podem ser tão extremos, para dizer de alguma forma. Patty e todos da equipe sempre disseram isso em reuniões: “Temos este personagem icônico, que é a guerreira mais forte e mais surpreendente. Como contamos a sua história para que todos se sintam identificados?”. Com essa premissa, nós tivemos que mostrar as várias facetas que definem esta mulher muito antes de ser conhecida como a Mulher-Maravilha. Sim, ela é uma guerreira forte e poderosa, mas isso não significa que ela também não se sinta insegura, confusa e emocional. Como nós! Se queríamos um bom personagem, com o qual você pudesse se conectar, não poderíamos colocar como uma deusa intocável. Nós não somos perfeitas. Bem… você e eu sim (risos).

Uau, obrigado pelo elogio!
Gal Gadot: Claro! Mas para mim é: as mulheres não são perfeitas, nós temos nossos altos e baixos. Como você pode se identificar com uma deusa? Você pode, se você também experimentar esses fragmentos  de imperfeição. Como atriz, isso é o que realmente me intriga.

Você acha que o mundo está mudando em favor das mulheres?
Gal Gadot: Como mulher e como mãe de uma filha, é claro que sou uma feminista e eu não estaria aqui se não fosse pela luta de outras feministas que construiram este caminho para mim. O conceito está mudando, e um dos erros é achar que o movimento é contra os homens. Não é assim! Enquanto mais mulheres puderem contar nossas histórias de sucesso, mais poderosas vamos ser. Por outro lado, cheguei à conclusão de que este não é um filme apenas para mulheres. Esta história transcende as fronteiras, gêneros e argumentos. É uma história universal e é importante porque estamos acostumados a ver sempre o herói típico, lutar contra o mal, chutar seus traseiros e depois comemorar. Mas não, a Mulher-Maravilha tem o poder de escolher suas batalhas, resolver os problemas da melhor forma possível. Ou seja, nos deixa uma lição crucial: há sempre uma opção para resolver alguma coisa. Sempre. E na vida real, é um ensinamento muito útil, especialmente com tudo que está acontecendo no mundo. É importante lembrar de não sermos extremos e sermos mais compreensivos com os outros e preencher de amor, honestidade e aceitação do nosso ambiente.

Um pouco surpreendente é que este é o primeiro filme super-heróis chefiado por uma mulher. O que você acha?
Gal Gadot: É excelente. Desde o início, o estúdio procurou por uma diretora para esta história, era lógico. Nós todos sabemos que a indústria precisa de mais mulheres por trás das câmeras, diretoras ou roteiristas. E é bom saber que eles estão procurando por essas grandes personalidades. Patty Jenkins foi perfeita para mostrar a história de como uma jovem passa a ser uma mulher. Ela era a pessoa certa para o trabalho. Desde que Charlize Theron ganhou o Oscar por Monsters, muitos estúdios se aproximaram da Patty, e eu me lembro quando perguntaram a ela o que queria fazer, se reuniu com a Warner Bros. e disse: “Eu quero fazer a Mulher-Maravilha”. E isso foi há 10 anos! Eu a amo muito, sempre estará no meu coração, nos tornamos muito próximas. Ela é o tipo de pessoa que presta atenção no mínimo detalhe, sem esquecer tudo o que está ao seu redor. Por mais difícil que fosse, ela nunca desistiu e buscou a perfeição. Ela era a indicada.

Sabemos que você teve contato direto com Lynda Carter, na verdade, as duas foram para a ONU quando a Mulher-Maravilha foi nomeada um ícone feminista. Vocês falaram sobre como cada uma interpretou a personagem e seu trabalho?
Gal Gadot: Depois de conhecê-la, não tive dúvidas do por quê eles a escolheram. É impressionante: ela tem muita presença, é engraçada, inteligente, confiante e faz você se sentir confortável. É tão inspiradora, que roubou o meu fôlego! Tenho uma linda lembrança: nesse caso, Lynda estava segurando uma caneta dando seu discurso; quando chegou o meu momento de falar, ela fez um gesto para me entregar a caneta e disse: “Agora eu passo a tocha para você.” Foi lindo! Senti muita emoção. E sim, é claro que eu ainda tenho a caneta!

Se você tivesse alguma habilidade da sua personagem, o que seria?
Gal Gadot: Vamos ver… Eu odiaria ser mais alta do que o que eu já sou (risos). E eu sei que é muito forte, mas eu não gosto de lutar em vida real… Então, pediria para ter o laço da verdade.

Excelente escolha! O que você faria com ele?
Gal Gadot: Aí está o interessante! (Risos). Esse artefato é uma grande responsabilidade. Há muitas pessoas em quem deveríamos usá-lo! Existem muitas pessoas na atualidade que nós gostaríamos de ouvir dizer toda a verdade… Certo?

Um número infinito. Para finalizar. Quem, na vida real, você acha que reflete a filosofia e a força de seu personagem?
Gal Gadot: Assim, muitas mulheres do mundo! Eu acho que todas as que são mães, trabalhadoras, pessoas que cuidam de outros. É mais: Eu acho que todas as mulheres são Mulheres-Maravilha.

 

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

Gal Gadot é a nova porta-voz do jogo League of Angels – Paradise Land

Gal Gadot vem ganhando bastante visibilidade após se consagrar como a Mulher-Maravilha no cinema, e com isso, diversos novos projetos estão aparecendo para a atriz. A novidade dessa vez é no mundo dos games. Leia abaixo o anúncio traduzido:

Gal Gadot, conhecida por seu papel como Diana Prince (Mulher Maravilha) em “Batman v Superman: A Origem da Justiça” e no próximo filme “Mulher-Maravilha”, é mais do que apenas uma atriz. Além de sua bem sucedida carreira cinematográfica, esta mulher maravilha da vida real completou dois anos de serviço militar, estudou direito e recebeu treinamento em esgrima, kick-boxing, capoeira e jiu-jitsu brasileiro.

“Ela personifica beleza, força, poder e graça. É por isso que Gal Gadot é a porta-voz ideal para o universo da League of Angels”, diz Liu Wanqin, vice-presidente da Youzu Interactive. Como uma plataforma de jogo online, o GTarcade faz parte do Youzu Interactive.

A história de Paradise Land ocorre no mundo do Elysium, onde um poder nefasto derrubou o domínio dos Anjos. A luta entre os humanos, elfos e orcs intensificou-se ainda mais. Quando a profecia do apocalipse se espalhou pela terra, ela se tornou tecida no tecido do destino. A lenda diz que somente a “Omega”, uma antiga relíquia dos Anjos, tem o poder de alterar o sombrio destino do mundo e impedir seu fim.

League of Angels está cheia de surpresas. Você nunca viu Anjos assim. Forme uma poderosa equipe de heróis e comece sua aventura épica. Obrigado por um grande dia Youzu!” disse Gal Gadot.

League of Angels – Paradise Land é o mais recente título móvel da série da League of Angels, que retrata um grupo de impressionantes super-heroínas. Seus antepassados, como em League of Angels, ganharam várias distinções, como os Melhores Jogos da Web do Facebook de 2016. Legacy of Discord – Furious Wings, outro jogo publicado pela GTarcade, tornou-se o ARPG móvel top na Europa e na América. Paradise Land é altamente capaz de seguir seus passos.

League of Angels – Paradise Land está disponível para jogar de graça na App Store e no Google Play. Agora embarque em sua jornada épica e batalhe ao lado de Gad Gadot!

 

 

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Fonte | Tradução e adaptação: Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos

Gal Gadot participa de conferência de imprensa ao lado do elenco de Mulher-Maravilha

Durante a longa divulgação de Mulher-Maravilha, Gal Gadot participou de mais um dia de conferência de imprensa, com direito a uma Q&A, ao lado de Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, Danny HustonPatty Jenkins, em Los Angeles, no dia 21 de maio.

Confira abaixo um resumo, do blog Sassy Mama in L.A, traduzido:

 

Ela é conhecida por muitos nomes, a maioria dos quais encanta seu poster do filme: Deusa. Guerreira. Lenda. Mas, muitos de nós conhecemos e e nos referimos como Diana Prince (Gal Gadot), a.k.a. Mulher-Maravilha, como um badass total. A diretora Patty Jenkins trouxe as páginas da HQ para uma nova vida com Mulher-Maravilha, a ação-aventura surpreendentemente inspiradora da DC Comics, que é tão viva quanto poderosa.

Jenkins não pensou no filme em termos de qual gênero o herói deve ser – é que, esta é a pessoa certa para ser chamada de salvadora. Na conferência de imprensa do filme em Los Angeles, ela especificou:

A vitória para isso é que, desde o início do conceito, seria o dia em que você pode fazer um grande filme sobre um herói e tanto faz o que eles são ser secundário. Essa será a vitória. ‘Eu sou uma mulher. Oh, sou? Certo! Ou talvez eu esteja em uma cadeira de rodas”. Eu não sei. Que diferença faz… Esse será o dia que será a vitória. Então é assim que decidimos abordar este filme. Eu amo a Mulher-Maravilha e eu nunca questionei nada enquanto eu crescia. Essa foi a nossa grande aspiração. Se pudermos fazer dela um grande herói, e fazer uma grande história, e fazer grandes Amazonas, onde não vamos pensar em nada disso, essa será a vitória. Naturalmente, estamos todos conscientes… Estou honrada e surpresa com a posição em que nos encontramos e todos queremos trazer uma mensagem de ser um herói para o mundo, mas uma mensagem de ajudar alguém a encontrar a sua voz. É com grande respeito e compreensão que fizemos isso.”

Connie Nielsen, que interpreta a mãe de Diana, Rainha Hippolyta, disse:

“É um super-herói incrível sendo ou não uma mulher. Você tem essa divisão acontecendo o tempo todo. Eu não gostaria que fosse um elemento chocante, mas ambos os tipos.”

Não é nenhuma surpresa que o maior trunfo da Mulher-Maravilha é a sua compaixão. Jenkins disse sobre essa característica,

“Ela representa oposto da violência, que é amor, verdade e compaixão. É por isso que ela é mágica.”

Esta qualidade ressoou em um nível pessoal com Gadot, que esclareceu,

“Essa é uma de suas maiores características. Eu me lembro quando nos conhecemos e comecei a falar sobre família e vida, contei a Jenkins sobre meu avô, um sobrevivente do Holocausto, e ele me ensinou que não importa quão escuro fique sua vida, você precisa encontrar sua luz interior. Compaixão é uma coisa muito grande. Foi importante para nós dois este filme ter uma mensagem profunda que todos podem se relacionar e levar para casa e praticar imediatamente.

    Ela encarna todas as qualidades mais maravilhosas que eu amo nas pessoas; Ela é curiosa, calorosa, amorosa e inclusiva. Ela vê o melhor das pessoas. É curiosa e sapeca e tem sua própria atitude. Ao mesmo tempo, ela não está tentando ser perfeita. Ela pode ser muito vulnerável e confusa, mas fixa em sua missão. Eu amo tudo sobre ela. Porque ela não é perfeita, mas ela é inteira e interessante.”

Chris Pine, que interpreta o espião/namorado Steve Trevor, falou sobre as qualidades semelhantes de sua co-estrela Gadot,

“É uma grande combinação rara de qualidades… fisicamente muito formidável, atraente e magnética, que às vezes pode vir transversalmente como áspera porque há uma nitidez à beleza que é esmagadora. Mas simultaneamente, ela tem um calor e curiosidade que é muito verdadeiro e infantil. Há uma pureza nela. Essa suavidade e força é a combinação crítica – e ela tem isso com espadas.”

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Fonte | Tradução e adaptação Gal Gadot Brasil – Não reproduzir sem os créditos